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Em Porto Velho, foi concluída Turma de Técnicas de Construção de Cisternas

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Na comunidade Nova Aliança no município de Porto Velho, ocorreu o Curso de Técnicas para construção de Cisternas, que é parte integrante do Projeto Sanear patrocinado pelo Ministério de Desenvolvimento (MDS) realizado na região pelo Conselho Nacional das populações extrativistas (CNS) e pelo Memorial Chico Mendes, com carga horária de 40hs sendo no período de 23 a 27 de fevereiro de 2026, para uma turma de 10 alunos foi executado pelo Instituto Vitória Régia

O Projeto SANEAR é uma política pública que integra o Programa Cisternas e é voltada para garantir o acesso à água em comunidades rurais de baixa renda, especialmente em regiões onde o abastecimento hídrico é irregular ou insuficiente. Além de promover a segurança hídrica e alimentar, a iniciativa também investe na capacitação de moradores por meio do Curso de Técnicas para Construção de Cisternas, que forma pedreiros e agentes comunitários capazes de implantar e manter essas tecnologias sociais de captação e armazenamento de água da chuva.


AS DIFERENTES ABORDAGENS TÉCNICAS DO CURSO DE CONSTRUÇÃO DE CISTERNAS


A qualificação oferecida pelo curso com conteúdos que abordam princípios de captação de água pluvial, técnicas de alvenaria, impermeabilização, segurança no trabalho e gestão comunitária do uso da água. As características climáticas, geográficas e sociais exigem abordagens técnicas diferenciadas, outro aspecto fundamental do processo de formação é o respeito à cultura local e aos modos de vida das comunidades. O programa valoriza os conhecimentos tradicionais sobre o uso da água, os costumes comunitários e a organização social de cada território.

Na Amazônia, onde a água é abundante, mas nem sempre potável ou acessível com segurança, a formação adapta as técnicas para realidades como solos úmidos, áreas de várzea e regimes intensos de chuva. As cisternas são pensadas como alternativa para garantir água de qualidade para consumo humano, reduzindo a dependência de rios, igarapés e outras fontes superficiais que podem sofrer contaminação. O curso também orienta sobre adaptações estruturais necessárias para garantir durabilidade e segurança das construções em solos e condições climáticas típicas da região.


Dessa forma, ao qualificar moradores das próprias comunidades, o projeto Sanear amplia o acesso à água segura, fortalece o conhecimento técnico local e gera oportunidades de trabalho e renda. A adaptação das metodologias de construção e a valorização das culturas locais demonstram como tecnologias sociais podem ser ajustadas aos diferentes territórios do país, contribuindo para soluções sustentáveis tanto no semiárido quanto na Amazônia.




 
 
 

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