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Ponta de Pedras ( Pa) e Anajás ( Pa) recebem Curso de Gestão de Água para Consumo Humano.

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura


Dentro do Programa Cisternas na região Amazônica são implementadas atividades educacionais que envolvem a implantação e o uso de tecnologias sociais de acesso à água que compreende 02 reservatórios de água pluvial com capacidade de armazenamento de 6.000 litros e mais banheiro e uma fossa séptica, em comunidades rurais e tradicionais. A iniciativa integra políticas públicas do Governo Federal em parceria com organizações da sociedade civil, com foco na promoção da segurança hídrica, da saúde população e do desenvolvimento sustentável na região.

A executora do programa, o Instituto Vitória Régia, seguindo as normativas do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda do Estado do Pará (SEASTER) promoveu os cursos de qualificação baseada nesse contexto, nos dias 6 e 7 de fevereiro na Comunidade de Humaitá no município de Ponta de Pedras  e nos dias 09 e 10 de fevereiro na Comunidade  Padaria no município de Anajás, todos na Ilha do Marajó no Estado do Pará.

As famílias atendidas pelo Programa Cisternas, antes de receber efetivamente as tecnologias sociais, participam de uma capacitação voltada ao manejo e à gestão da água denominado: Curso de Gestão de Água e Saúde Ambiental, com carga horária de 24 horas, com conteúdo que se apura sobre as políticas públicas de acesso à água e saneamento, destacando a importância da captação de água pluvial e fluvial, do armazenamento seguro, da manutenção do sistema e do uso responsável da água da chuva para uma boa qualidade da mesma a ser consumida pela população.


 A metodologia adotada para os cursos é sempre participativa, valorizando os saberes tradicionais das comunidades amazônicas, estimulando o protagonismo das famílias na gestão dos recursos hídricos. As atividades combinam momentos práticos e reflexivos, com o uso de apostilas com figuras, rodas de conversa, sistemas áudio visual e dinâmicas que facilitam a compreensão do uso das cisternas. Esta capacitação também estimula práticas coletivas de cuidado com a água, contribuindo para a proteção dos recursos naturais e para a convivência equilibrada com os ciclos ambientais da Amazônia.

 
 
 

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